16 de setembro de 2010

pensamentos na aula

Ah! Como eu estou nervosa! Depois de uma aula longa com a professora de lp, me fez refletir bastante a minha vida toda.
Ela falou sobre LER. O que é ler? É pegar um livro, sentar em um banco e começar a descobrir sobre esse livro. Quem é o autor? Qual o tipo de livro que ele escreve? É assim.
Mas um prazer de ler um livro, é quando você precisa parar de ler por algum compromisso, e assim deixar ali o livro em cima da bancada, mas a história, está na sua cabeça, e vai com você pra onde você ir. Assim, você vai pensando nela lentamente cada acontecimento e vendo o porque de cada coisa. Assim pode ser até que encaixe coisas sobre ele, que em quanto você estivesse lendo não ia conseguir pensar desta forma.
Quando você tem uma boa quantidade de histórias, livros e textos em sua cabeça, seu vocabulario fica muito mais amplo.
Eu nao sou sinseramente uma boa leitora. Eu não pego um livro e começo a ler até o fim. Acho que ainda nao consegui encontrar o meu tipo certo de livro. Mas a professora disse que para eu descobrir preciso ser uma boa leitora e ver todos os tipos de livros, e assim se apegar aos livros.

Acho que quando crescer quero ser médica. Mas, preciso ler. Sim, isso é bem estranho. Preciso tirar uma boa nota em redação no vestibular. E AGORA?!

Não sou de ler livros, e eu vi que vou ter que começar. E até que estou bem animada para isso. Por isso eu ja estou com isso na cabeça, este final de semana, vou até a Saraiva e ficar lá tentando escolher um livro que eu ache interessante de ler.

Nessa discussão em sala, minhas amigas leitoras (muito mesmo) ficaram contando histórias, de que ficam 2 horas e pouco para escolher um livro bom, e que no final amam. E que elas não perdem tempo no shopping comprando roupas etc, elas sempre querem ir na livraria e ir comprar um livro ou ver se tem algum que ela queira comprar daqui a algum tempo.
Mas até aí, acho que pode ser um pouco de exagero.

O computador está ocupando muito a vida dos jovens, acho que em vez de estar lendo, eu estou no computador. E acho que não estou na televisão nunca, porque é raramente eu ir ver televisão e ficar boas horas assistindo. Eu prefiro ficar teclado no computador.

Bom, resumindo tudo isso, acho que vai ser muito importante para TUDO em minha vida, eu ler um livro. E acho que eu vou começar isso (apesar de nao ser uma curtição para mim. MAS vai ser!).

Beijos,
l.

é a raiva :@


Sério... algumas vezes eu me pego falando que eu estou com raiva das coisas. São pequenas coisas, e ridiculas, mas que eu acho estranho estar falando sempre que estou com raiva.
Antes para mim raiva era uma pessoa que estava brava e que é um momento que quer ficar sozinha, ou discutir com alguem, bater o pé, brigar, e falar alto.
Mas não, agora para mim, raiva é uma coisa comum, que eu tenho muitas horas do dia. Pra mim por exemplo, muitas coisas no dia-a-dia é uma raiva. Chegar na escola e as pessoas ficarem falando de você ou dar um olhar "gelo", a internet do computador não conectar, brigar com a melhor amiga, etc.
Isso é normal? Será que outras pessoas passam por isso também? Bom, isso eu vou dar uma estudadinha...
err, NÃO.

Seilá, deve ser coisa de adolescente, sendo que eu ainda sou um PRÉ não é? Tenho apenas 13 anos... eu sei.

beijos,
l.

... the love is our drug

Eu não consigo entender. Mas quando nos atraímos por alguém ficamos alucinados por ela. Não importa se ela tem defeitos, não conseguimos enxergar ela de forma alguma. O que ninguém entende é o que faz isso acontecer, porque tipo, ficamos pensando muito nessa pessoa, e acabamos vendo só os lados bons. Mas isso é o importante... er, acho que não. Não é bem assim. Isso não é o importante. O importante é se A GENTE está feliz com ou não essa pessoa.
Falar sobre amor é tão bom porque vemos como que ele é bom, e também as partes ruins. O sentimento de que você quer uma pessoa para você é tão bom. E isso nos mostra que estamos nos amadurecendo. Porque crianças da 1ª série não ficam apaixonados, e acho que nem mais adiante.
Pensando de uma tal forma, o amor é muito complexo (pois são muitos sentimentos ao mesmo tempo), e muito estranho.
Devemos pensar mais nele. Acho que sim.

Beijos,
l.